A
visita do Papa Francisco ao Brasil e toda a divulgação do fato demonstra o
quanto a representação da igreja católica ainda é expressiva, as pessoas
católicas ou não se interessam em saber sobre o assunto e se atentam ao que o
líder católico tem a dizer. A simbologia que carrega a presença do Papa e suas
bênçãos comove a nação, sem mencionar o carisma natural do Pontífice, que
proporciona reflexões que ultrapassam as barreiras da religião.
É
interessante conversar com pessoas que não conseguem relacionar a visita do
Papa ou a religiosidade com o seu dia a dia, como se não percebessem, e por
muitas vezes não percebem mesmo a importância do domínio e liderança do Papa, e
como isso se reverterá para os fieis e para a humanidade.
A
ausência de crença desestabiliza não somente as pessoas, mas desencadeia o
descontrole de uma nação, os lideres religiosos são tão importantes quanto os
lideres políticos, claro que não podemos comparar o poder da atual igreja com o
período medieval em que a igreja era o centro de tudo. No entanto é preciso
entender que politica e religião estão entrelaçadas juntamente com outros
aspectos da humanidade, é como uma ciranda em que um assunto está ligado ao
outro, e quando a religião se coloca na liderança, seus êxitos são alcançados
pelo poder da fé.
Em
plena Ascensão da tecnologia digital em que as pessoas se comunicam cada vez
mais por seus computadores ou meios eletrônicos, soa até estranho perceber esta
carência afetiva, são tantos os elogios direcionados a simplicidade e
proximidade do Papa que ascende até uma chama de esperança de que as pessoas
não estão assim tão avessas ao afeto, e que os períodos de transição em algum
momento se tornará mais sereno, afinal as mudanças são constantes, mas
transformações bruscas tendem a causar momentos tempestuosos na humanidade, e
isto se reflete no cotidiano das pessoas.
Os
jovens citados pelo Papa, ponto forte por se tratar da jornada mundial da
juventude, transparece uma vontade não apenas da igreja, mas de todos, afinal
quem não almeja a tão sonhada paz, o respeito entre os homens, os direitos
iguais...
O
Papa Francisco é na verdade mais que um símbolo de paz e fé, é a esperança que
a humanidade precisa para acreditar em algo além do palpável, como dinheiro,
bens ou qualquer objeto de valor.
O
novo líder da igreja católica, que poderia ser símbolo da ostentação gratuita de
objetos valiosos, decidiu não se comportar assim em uma realidade carente de materiais
de sobrevivência básica. No lugar disso distribui afeto, generosidade e
simplicidade, partindo dos mandamentos de Jesus de “amar o próximo como a ti mesmo”.
O
Papa Francisco não é apenas um líder católico, mas um cristão que partiu em uma
missão, e o seu modo de lidar com as pessoas agrada e estimula através de seus
gestos espontâneos certa vontade de acreditar, aceitar e melhorar a própria
vida e ajudar ao próximo pregando a generosidade, como acontece com jovens que
abre as portas de suas casas para outros jovens desconhecidos que acreditam na
mesma ideia, a Palavra de Deus. O Papa é Pop, popular por suas condutas simples
e de pregar através do afeto o amor ao próximo.
Texto Por: Grazy Nazario.
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